Posts em tendências.
Tendências aplicadas: visão computacional em sinistros, agentic AI, ESG, automação de claims, benchmark global.
O dia de campo do inspetor com app: laudo pronto no mesmo dia
Quando a inspeção pede presença física, o desperdício mora no antes e no depois da visita. O app muda o formato do dia: o laudo nasce durante a inspeção.
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Auto inspeção no dia a dia: a ponta captura, a operação decide
Auto inspeção leva o roteiro da operação até onde o inspetor não chega com frequência, e mantém na triagem a decisão do que cada captura libera.
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Escalar a operação com inspeção remota: a agenda de um dia
O deslocamento é o teto invisível da produtividade: some o que a estrada come do dia de quem vai a campo e veja quantas visitas sobram. Quem opera remoto conduz de 12 a 20 inspeções por dia, e a diferença é outra matemática.
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Vistoria remota: como funciona e quando usar (e quando não substitui a presencial)
Vistoria remota é a inspeção conduzida ao vivo por um especialista que não está no local: ele guia pelo celular a câmera de quem está lá, decide o que precisa ser visto de novo e assina o laudo. A inspeção remota tira o deslocamento sem tirar o olho técnico, e por isso escala onde o campo não escala. Mas é escolha por risco, não por distância: há o que a câmera não mede, e para isso o presencial continua de pé.
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Vistoria para gerenciamento de riscos: o que é a engenharia de risco que decide o seguro
Vistoria para gerenciamento de riscos é o nome comum da engenharia de risco: a inspeção técnica que descreve a condição real de um risco para a seguradora decidir se aceita, por quanto e o que exige melhorar. Ela não é um retrato único da assinatura. Acompanha o risco na aceitação e durante toda a vigência, e o relatório que produz vira a régua contra a qual o sinistro é medido anos depois.
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Aceitação de risco em 25 dias: por que a Lei 15.040 tornou a inspeção lenta um risco assumido
A seguradora tem 25 dias para recusar uma proposta. Ao final do prazo, sem resposta, a lei considera a proposta aceita. Isso voltou a valer em dezembro de 2025, depois de quatro anos em que o Brasil não teve prazo legal nenhum para analisar uma proposta.
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O relógio de 25 dias: como a inspeção de aceitação trava a comissão da corretora
A corretora não paga a inspeção da proposta que não fecha: a lei a livrou dessa conta em 2022. Mas ela paga em outra moeda, horas do próprio time, e trabalha dentro de um relógio de 25 dias que pertence à seguradora.
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Como reduzir o tempo da aceitação de riscos utilizando evidências digitais: 7 mudanças na operação
O tempo da aceitação não se perde na inspeção. Se perde na fila antes dela, no que foi agendado sem precisar de campo e no PDF que alguém ainda vai ler para achar um dado. Sete mudanças na operação para caber nos 25 dias da nova lei, sem contratar mais perito.
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Quanto custa uma inspeção presencial desnecessária na aceitação de riscos?
Fomos atrás do custo de uma inspeção presencial de aceitação de risco no Brasil e não achamos benchmark público. Então este artigo não diz quanto custa. Ele propõe A Conta da Visita: sete linhas para você rodar com os seus números, e só duas têm nota fiscal.
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O que é Underwriting Digital e por que ele vai transformar o mercado de seguros
Underwriting Digital é a aceitação de risco operada por evidência digital em vez de deslocamento. O termo não aparece em documento nenhum da Susep ou da CNseg, mas a coisa que ele nomeia já decide o custo, o prazo e a qualidade da carteira de quem subscreve risco no Brasil.
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O que diferencia uma operação moderna de inspeção de uma tradicional? Sete dimensões de decisão
A diferença entre as duas nunca foi o aplicativo nem a foto. A tradicional se organiza em torno da visita; a moderna, em torno da decisão. Sete dimensões separam uma da outra, e todas terminam na mesa de quem aceita ou recusa o risco.
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A IA acelerou a análise, não a decisão: por que a digitalização do seguro parou antes da aceitação de risco
A IA já entrou em 80% das seguradoras ouvidas pela CNseg e pela EY. E elas esperam que ela mova a receita em só até 1%. Nossa hipótese: a IA foi ligada onde o dado já era digital, e a evidência que decide a aceitação continua nascendo no campo.
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Renovação de seguro empresarial: o dever de informar é contínuo, o histórico do risco não é
A Lei 15.040 tornou contínuo o dever de informar o risco: o segurado precisa avisar quando algo se agrava. Mas agravar é uma comparação, e nenhuma norma exige guardar a linha de base contra a qual comparar. A renovação é o dia em que essa falta aparece.
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O futuro da Engenharia de Risco na subscrição: IA, inspeção digital e evidências auditáveis
Nenhuma norma brasileira exige Engenharia de Risco na aceitação de um seguro. A que rege os seguros de danos não escreve, nem uma vez, as palavras inspeção, vistoria ou laudo. Quem exige a prova é o contrato, e ele cobra do jeito mais duro: no sinistro, se o local não bate com o relatório de inspeção, o segurado pode perder a indenização.
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Autoinspeção, inspeção remota ou presencial: quando utilizar cada modelo?
As três modalidades não competem: convivem como camadas de uma mesma escada. O Modelo Híbrido de Aceitação é o critério que propomos para decidir, risco a risco, quando cada uma basta. É framework nosso, e existe porque nenhuma norma vigente faz essa escolha por você.
LerSinistro climático em massa: a lacuna de 9% e o que falta para o paramétrico funcionar
No verão de 2026, as chuvas causaram R$ 3,8 bilhões em prejuízos em 702 municípios. Só 9% das perdas climáticas no Brasil têm seguro. O paramétrico promete acelerar, mas não dispensa prova no local.
LerNR-1 e risco psicossocial: por que o afastamento por saúde mental mexe no FAP e no RAT
Desde 26 de maio de 2026, a fiscalização da NR-1 sobre risco psicossocial passou a autuar. O afastamento por saúde mental não gerenciado encarece a folha, via FAP e RAT.
LerVerisk 2026: um terço dos clientes adulteraria foto de sinistro
Editar uma foto com IA virou um toque na tela. A Verisk mostra que 36% dos clientes considerariam fazer isso num sinistro. A fraude saiu do crime organizado.
LerComputer vision em sinistros: Tractable, CCC e o que ainda não chegou no Brasil em 2026
Tractable e CCC mudaram o jogo de sinistros lá fora. No Brasil, quase nenhuma seguradora usa essa tecnologia. Por que aqui ainda não pegou, e o que se mexe em 2026.
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